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Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Américas

Brasil fica fora do Escudo das Américas e vê risco de interferência dos EUA

Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026

Planalto avalia que coalizão liderada por Donald Trump pode ampliar influência sobre setores estratégicos latino-americanos.

Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva justificou a ausência do Brasil no Escudo das Américas, grupo liderado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Foto: Daniel Torok/Wikimedia Commons (domínio público)

Preocupação com setores estratégicos

A leitura do Planalto se apoia na Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos, divulgada pelo governo Trump no ano passado.

Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O documento estabelece como objetivos americanos a predominância no Hemisfério Ocidental e a garantia de acesso a minerais críticos e terras raras nas Américas.

Auxiliares de Lula avaliam que o Escudo das Américas pode ser usado para ampliar a influência de Washington sobre recursos estratégicos dos países da região.

Para Cecília Olliveira, diretora executiva do Instituto Fogo Cruzado, a adesão ao grupo teria efeito restrito no enfrentamento ao crime organizado no Brasil.

Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Cooperação deve continuar

O Planalto prevê manter o trabalho conjunto contra organizações criminosas com países vizinhos que aderiram ao Escudo das Américas.

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A avaliação interna é que a ausência brasileira não deve provocar efeito imediato na eleição prevista para 4 de outubro.

Foto: Daniel Torok/Wikimedia Commons (domínio público)

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