Foto: Avi Ohayon/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Mundo
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Foto: Chezki Mozes/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Ra'am e Lista Conjunta Árabe recorrerão da decisão, tomada a pouco mais de um mês das eleições parlamentares.
18 votos
As duas exclusões foram aprovadas por 18 votos a 5 e ainda dependem de análise da Suprema Corte israelense.
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Entre eles estão o Likud, legenda do primeiro-ministro, e o Poder Judaico, do ministro Itamar Ben-Gvir; o gabinete do procurador-geral se manifestou contra as exclusões.
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Foto: Chezki Mozes/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
O Ra'am tem atualmente cinco assentos no Parlamento e foi o primeiro partido árabe-israelense a integrar uma coalizão governista, em 2021.
A Lista Conjunta Árabe classificou a votação como uma iniciativa política, racista e antidemocrática.
A Suprema Corte israelense decidirá se mantém ou derruba as desqualificações aprovadas pelo comitê eleitoral.
As duas organizações informaram que vão recorrer à Suprema Corte. Em eleições anteriores, o tribunal já anulou tentativas de barrar partidos árabes.
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