Foto: Orly Winer/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Américas
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Foto: BBCLCD/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Relatório da ONU projeta também até 4,8 milhões de novos pobres em um cenário de fenômeno extremo.
2%
Um episódio extremo de El Niño poderá retirar pelo menos 2% do PIB da América Latina e do Caribe em três anos.
Foto: U.S. Department of State from United States/Wikimedia Commons (domínio público)
A projeção considera a possibilidade de um El Niño muito forte entre o fim de 2026 e o início de 2027.
Cerca de metade do impacto econômico projetado pode ocorrer já no primeiro ano, de acordo com a Cepal.
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O relatório aponta que algumas áreas latino-americanas poderão ter probabilidade de déficit de chuva de até 60% entre outubro e dezembro de 2026.
Com base em análises da FAO, a Cepal cita risco elevado de seca agrícola em partes da América Central, da Colômbia, da Venezuela e do Caribe.
Quanto maior esse aquecimento, maior pode ser a intensidade dos impactos climáticos.
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A Cepal defende que os governos antecipem ações de adaptação para reduzir danos econômicos e sociais caso o fenômeno alcance magnitude excepcional.
Em episódios anteriores, a captura pesqueira caiu 52,7% em 1972-1973 e 26,9% em 1997-1998.
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